Aos amigos de ontem e de hoje


Dizem que AMIGOS VERDADEIROS podem passar longos períodos sem se falar e jamais questionar essa amizade. Quando a gente se encontra, independente do tempo e da distância, parece que nos vimos ontem, e nunca guardamos mágoas ou rancor. Entendemos que a vida é corrida, mas que nossa amizade e amor são eternos.
(Eu fiz uma paráfrase deste escrito, e procurei muito, mas só o encontro como autor desconhecido).

Quando li esse escrito, passou um flash na minha memória de todas as pessoas maravilhosas que conheço/conheci e que hoje não fazem mais parte da minha rotina, mas sei que no momento em que a gente se encontrar vai vir um sentimento bom, sincero e uma nostalgia de um tempo que passou.

Eu e o Ronei, às vezes ficamos conversando e contando causos do passado, contando de coisas engraçadas que vivemos com determinados amigos, e parece unânime que todas as pessoas tenham aquele amigo especial que não está no seu convívio, mas que no momento de um possível reencontro, toda a amizade é retomada, como se nunca tivesse havido uma distância física ou temporal.

Quando encontramos esses amigos, não importa quanto tempo faz que nos vimos, a conversa flui, seja sobre lembranças do passado ou de um tema solto no ar, em que todos podemos dar um pitaco e boas risadas conversando sobre.

E tem coisa mais gostosa do que uma amizade sem cobrança, sem egoísmo. Amigo é aquele que entende quando você vai antes da festa acabar, mas que diz um “tá cedo” gentil. Uma expressão simples, mas que nos dá a sensação de um eterno “você será sempre bem-vindo”.

Para esses meus amigos, tenho uma coisa a dizer: Senta, que vou passar um café quentinho pra gente!


café quentinho e bolo na mesa

Imagem: Google

ô Ana Júliaaaaa

Olá!

Ontem pudemos finalmente visitar a garotinha mais nova do pedaço: a linda Ana Júlia, filha dos amigos Wilma e João Paulo (vulgo Blackout). Digo finalmente porque nossos planos para esta visita eram antigos porém tivemos praticamente um mês de gripe, quando não era eu, era Páua, não fazendo assim oportuno ir visitar a recém-chegada.

Lamento não termos tirado fotos, a Páua sempre esquece a CAM/nunca anda com a CAM, que ao seu 1 mês e 12 dias já fora comer sua primeira pizza, aqui mesmo no bairro.

Ainda fomos a casa deles para buscar algumas coisas básicas para a bebê, já que dormiriam na casa da mãe do J. É interessante como aumentam o número de coisas “a carregar” quando se tem um bebê, o cara tem que ter uma van para carregar o suficiente, caso contrário sempre falta algo. Na oportunidade, J me mostrou a reforma que fez no quarto para chegada da Ana Júlia.

Tudo caprichosamente em seu lugar, bem arejado, pintado como a filhinha merece.  Eu só tenho que dar aos amigos os parabéns por mais um grande passo que deram, muitas felicidades e cheers a lindíssima Ana Júlia.